Doença já se espalhou por grande parte do Estado.
O painel de arboviroses da Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (SES-RJ) já contabiliza 868 casos de febre oropouche em todo o estado, até a última atualização em 21 de Março. A doença tem e espalhado rapidamente e já atinge todas as regiões.
Embora grande parte do estado tenha registros da doença, ainda há municípios que não apresentaram casos.
Na região Norte do Estado o Município de Macaé é o que apresenta mais casos até agora, cerca de 100 registros. Outros Municípios da região Norte como Quissamã, São João da Barra, São Francisco, São Fidélis e Cardoso Moreira ainda não há notificação de casos.
Na região Noroeste do Estado, porciúncula acumula 46 casos, sendo o Município com mais incidência da doença. Italva, Cambuci, Santo Antônio de Pádua, Miracema, São José de Ubá e Laje do Muriaé ainda não registraram ocorrências da febre Oropouche.
Os sintomas são semelhantes aos da dengue e chikungunya, como febre alta e repentina, dores musculares e nas articulações, fotofobia, náuseas, diarréia e outros sinais característicos das arboviroses, a febre oropouche pode levar a morte em casos agudos. Sua transmissão ocorre através do seu principal vetor o minúsculo mosquito “maruim” também conhecido por “mosquito-pólvora”, muitas vezes confundido com o “borrachudo”, mas a doença também pode ser transmitida ocasionalmente pelo pernilongo comum.
Formas de Prevenção
Evitar o contato com áreas de ocorrência e/ou minimizar a exposição às picadas dos vetores.
Usar roupas que cubram a maior parte do corpo e aplique repelente nas áreas expostas da pele.
Limpeza de terrenos e de locais de criação de animais.
Recolhimento de folhas e frutos que caem no solo.
Uso de telas de malha fina em portas e janelas.
Em caso de sintomas suspeitos, procure ajuda médica imediatamente e informe sobre sua exposição potencial à doença.
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